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DESCARREGUE  O DOSSIER DE IMPRENSA COM O CONTEUDO DAS CONFERENCIAS AQUI
SÁBADO, 11 de Novembro 2017
9h00 Abertura. Paulo Fernandes, presidente da Câmara Municipal do Fundão
Carlos Casteleira, Conceção e coordinação do PES
10h00 Jaime Izquierdo: Campesinato do séc XXI: arte da paisagem, natureza e agroecologia à escala 1:1
10h45 Henrique Pereira dos Santos: Outra mudança faz de mor espanto
11h30 Pierre Paliard: A ordem doméstica, Memória da ruralidade nas artes plásticas contemporâneas na Europa
12h15 Debate
14h30 Erik Samakh: Apresentação do primeiro artista a intervir na Rota PES
15h00 Jose António Agúndez: O Museo Vostell Malpartida. Arte e Vida sem muros nem fronteiras
15h45 Bruno Navarro: Testemunha de milhares de anos de interação entre o Homem e a Natureza o Património do Vale do Côa
16h30 Nadine Gomez: O Museu Gassendi e a arte contemporânea: uma aposta e um desafio. Apresentação do CAIRN e da ELAN
17h15 Debate
ORADORES
CARLOS CASTELEIRA: Artista e professor de fotografia na Escola de Arte de Aix-en-Provence, França,
tendo desenvolvido diversos projetos de intercâmbio entre França, Brasil e Portugal. Conceção, coordenação e curadoria do PES.
JAIME IZQUIERDO VALINA: Geólogo e escritor espanhol preocupado com a conflitiva co-existência das realidades naturais, rurais e urbanas. Livros: La conversación cultural de la naturaleza (2013); La casa de mi padre (2012); Astúrias, region agropolitana. Las relaciones campo ciudad en la sociedad posindustrial (2008); El regresso del señor Hoffmann y otros relatos de ambiente entero (2005); Marqueses, funcionários, políticos y pastores: crónica de un siglo de desencuentros entre naturaleza y cultura en los Picos de Europa (2006); Manual para agentes de desarrollo
rural: ideas y propuestas para moverse entre la conservación del património y el desarrollo local (2002); El País de Celso Amieva (1999).
HENRIQUE PEREIRA DOS SANTOS: Arquiteto paisagista e escritor. Foi dirigente do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e vem estudando a evolução da paisagem rural de Portugal continental no séc. XX e sua relação com a biodiversidade. Livros: Portugal, Paisagem rural (2017); O gosto de Sicó (2011); Do Tempo e da Paisagem (2010).
PIERRE PALIARD: Historiador e crítico de arte. Lecionou na Escola Superior de Arte de Aix-en-Provence e na Universidade de Aix-Marseille (AMU). Trabalhou em particular sobre a relação entre as artes visuais contemporâneas e a ruralidade e sobre a  estética verde» e a relação com a ecologia, problemas que aborda em A ordem doméstica, Memória da ruralidade nas artes plásticas contemporâneas na Europa, Paris, L’Harmattan, 2006. Outras publicações: Un art vietnamien ; penser d’autres modernités, Le projet de Victor Tardieu pour l’Ecole des Beaux-Arts de l’Indochine à Hanoi en 1924, Paris, L’Harmattan, 2014, Mireille Fulpius Paris Ed. Cercle d’Art Coll. Cercle d’Art contemporain, 2013, L’animal dans l’art contemporain, em L’animal, un homme comme les autres ? de Valérie Bassac et al., Bruxelles, Ed. Bruylant, 2012, Blesswild, texto para o catálogo da exposição Si loin, si proche…Bêtes et hommes (a propósito de uma obra de Victoria Klotz), Silvana Editoriale, 2011, Battre la campagne, texto para o catálogo da exposição de Victoria Klotz no Château de Taurines, Centrès (Aveyron), organização FRAC Midi-Pyrénées, 2009.
JOSÉ ANTÓNIO AGÚNDEZ (Cáceres, 1963): Licenciado em História da Arte pela Universidade de Extrema- dura. Em 1984 conhece o artista Wolf Vostell, com quem manteve uma relação profissional muito próxi- ma até ao seu falecimento em 1998. Desde 1986 que investiga os movimentos artísticos euro-americanos Happening e Fluxus. Entre os anos 1989 e 1993, foi arquivista-bibliotecário do Arquivo Vostell, iniciando a sua classificação e catalogação. A partir de 1990 colabora com Vostell em várias exposições indivi- duais e coletivas, de âmbito nacional e internacional. Desde 1994 ocupa o cargo de Diretor do Museo Vos- tell Malpartida (MVM), do Centro de Interpretação das Vias Pecuárias, e do Lavadeiro de Lã dos Bar- ruecos, em Malpartida de Cáceres. Como Diretor do MVM organizou numerosas atividades: comissariado de exposições, simpósios, coordenação de concertos e performances, palestras em conferências, apresen- tações de livros, entre outras. Entre 2011 e 2015 foi Diretor Geral de Promoção Cultural do Governo de Extremadura.
BRUNO J. NAVARRO: Historiador e professor, dou- torado em História, Filosofia e Património da Ciência e da Tecnologia, pela Faculdade de Ciências e Tec- nologia da Universidade Nova de Lisboa; Mestre em História Contemporânea, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Licenciado em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É Presidente do Conselho Diretivo da Fundação Côa Parque. Autor de vários estudos publicados em monografias, dicionários e revistas especializadas, tem participado regularmente em conferências, seminários e congressos científicos, nacionais e internacionais.
NADINE GOMEZ: Diretora do Museu Gassendi e do CAIRN (Centre d’Art Informel de Recherche sur la Nature) – Digne-les-Bains, Alpes de Haute Provence, ambos ligados à reserva geológica de Haute Proven- ce, em França, primeiro GEOPARK  riado pela UNES- CO. Promotora do Projeto VIAPAC (rota de arte contemporânea entre os Alpes franceses e italianos).
ERIK SAMAKH: Artista plástico que trabalha com novas tecnologias e elementos naturais, sonoros e luminosos, estabelecendo um diálogo constante entre o homem e a natureza, onde o espaço se torna um lugar de escuta. Professor das Escolas Nacionais Superiores de Arte, em França, desde 1989. Muitos dos seus trabalhos foram realizados em espaços naturais como parques nacionais ou regionais ou reservas geológicas (Réserve Géologique de Digne le Bains, Parque Nacional de Tijuca no Rio de Janeiro, Centre international d’art et du paysage de Vassivière, Parque National de Jirisan na Coreia do Sul, etc).
http://www.musee-rodin.fr/fr/exposition/exposition/eriksamakh

http://www.documentsdartistes.org/artistes/samakh/repro.
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